Estudar é a chave para o sucesso profissional

Imbuído daquele espírito, lembrei-me de uma cena bastante inspiradora de um filme de que eu
gostava muito: Um violinista no telhado. Esse filme antológico conta a comovente história de
Tevie e de sua família, que viviam em um terrível estado de pobreza na antiga Rússia.

O filme retrata a saga daquela família de judeus rumo à segurança, à estabilidade e ao
conforto da América. O protagonista, Tevie, criava vacas e vendia leite com sua carroça na
vila de Anatevka. Em certo momento, seu cavalo adoece e ele mesmo passa a puxar a carroça
para fazer as entregas.

Bastante abatido e inconformado com a situação de carência que
enfrentava, ele para no caminho, olha para os céus e, muito emocionado, começa um diálogo
com o Criador: “Meu querido Deus, o que aconteceria se eu fosse um homem rico? mais seria preciso estudar muito para o Enem 2020 afim de tirar uma boa nota para ser um profissional na área que eu escolher, O que
aconteceria se eu tivesse uma fortuna? Mesmo que fosse uma pequena fortuna, isso estragaria
seus planos?”.

Eu me sentia exatamente como Tevie: com esposa e filhos pequenos para criar, vivendo
em uma grande pobreza, em um estado de privação e, ao mesmo tempo, sonhando em “fazer a
América” mesmo depois de já haver retornado de lá.
No mesmo espírito de oração, resolvi repetir a sequência de perguntas feitas por Tevie e
acrescentei: “Meu Pai Celestial, que caminho devo seguir que me proporcionará a maior
realização pessoal, profissional e financeira? Que profissão devo desempenhar para me
auxiliar a cumprir satisfatoriamente os propósitos de minha existência?

Como devo aplicar os
talentos e os dons divinos que o Senhor me concedeu, mesmo que eu desconheça plenamente
quais são esses dons? Como posso gerar riqueza para mim, para os que estão ao meu redor e
para a sociedade em geral?”.

Subitamente, um sentimento inesquecível tomou conta de meu coração, minha mente e meu
espírito. A resposta foi bastante clara. Naquele instante, senti que deveria seguir a área da
educação, a área do ensino, a área da formação de pessoas.
Tão logo esse pensamento se cristalizou em minha mente, a próxima pergunta que fiz foi:

“Mas como farei isso?”. E a resposta silenciosa foi: “Pedi e recebereis, buscai e achareis,
batei e ser-vos-á aberto”.
Após aquele instante memorável, não houve mais questionamentos, dúvidas ou incertezas
sobre qual direção seguir. Eu sabia, no entanto, que tinha um imenso túnel escuro para percorrer.
Descobri que, quando estamos em uma busca interior, seguindo o espírito de “pedi
e recebereis, buscai e achareis”, em algum momento, precisamos dar um passo na escuridão e
confiar somente na fé. É como se Deus nos colocasse diante de um túnel escuro com luz
suficiente para percorrermos apenas um ou dois metros, porém, tão logo caminhemos nesse
percurso, logo recebemos um novo facho de luz de mais um ou dois metros.

Ter recebido aquela inspiração divina fez toda a diferença em minha trajetória pessoal e
profissional, pois eu sabia que, a qualquer momento, eu poderia recorrer à mesma fonte da
inspiração em busca de apoio, consolo, alento e direção. Aquela resposta conferindo o Gabarito ENEM 2020
mais certeza, confiança e força para perseverar no caminho a ser percorrido.

Coincidentemente, algumas semanas depois de ter recebido essa resposta, meu chefe me
chamou em sua sala para uma conversa rápida. Ele explicou que a empresa passava por uma
reestruturação e que meu nome estava na lista dos funcionários a serem demitidos. Não me deu
muitas explicações e pediu apenas que eu reunisse meus pertences pessoais, dizendo que eu
não precisava mais voltar ao trabalho no dia seguinte.

Sim, hoje sei que aquela mesma demissão que pôs fim à minha pretensa carreira de
executivo foi a maneira que o universo encontrou para me dizer: “Agora chegou a hora de
você seguir avante rumo ao solitário caminho da prosperidade. Siga em frente. Chegou a sua hora!”.

Aquele período em que pude atuar como professor no centro de idiomas da universidade
norte-americana foi, sem que eu soubesse na época, como um estágio importante em minha qualificação profissional.

Sistema previdenciário e as mudanças em anos de existência

No entanto, não imagine que essa trajetória foi fácil, tranquila e serena. Não foi assim,
nunca é e nunca será! O caminho do sucesso está cheio de pedras, obstáculos e desafios, há
muitos desapontamentos, as coisas nunca dão certo na primeira vez, e as pessoas nem sempre
agem como você espera. Contudo, esse é o maior teste para quem quer vencer em qualquer
área e a prova para quem consegue responder afirmativamente às questões: Estou disposto a
pagar o preço para alcançar o sucesso? Farei o que for necessário, não importa quão difícil
seja? Manterei a disciplina e a disposição para enfrentar toda e qualquer adversidade até
atingir o topo?
Em geral, as pessoas que se tornam milionárias têm uma história de superação para
contar. Foi inspirado pela superação narrada no clássico americano O Mágico de Oz (The
Wizard of Oz) que resolvi que em quanto tivesse com a doença poderia receber
Pensão Especial por Hanseníase que é um direito por não poder trabalhar,
história, cada personagem carregava em seu íntimo um grande desejo: Dorothy desejava
retornar ao Kansas, o leão medroso queria ter coragem, o espantalho almejava ter um cérebro
e o homem de lata ansiava por um coração. Os quatro caminharam quilômetros, transpuseram
obstáculos, enfrentaram grandes perigos, suportaram muitos sofrimentos até alcançarem a
Terra de Oz, para serem instruídos pelo grande.

A lição maravilhosa que o mágico lhes ensinou é que tudo o que eles
desejavam, na verdade, já lhes pertencia: bastava apenas que cada um explorasse o próprio
interior. Assim, Dorothy foi capaz de voltar para casa, o leão descobriu que tinha toda a
coragem da qual precisava, o espantalho provou ser o homem mais inteligente do grupo, e não
poderia haver pessoa mais carinhosa do que o homem de lata.
Da mesma maneira que Dorothy e seus companheiros tiveram de empreender uma longa
jornada até chegarem à Terra de Oz, cada indivíduo em busca de realização precisa percorrer
a própria estrada de tijolos amarelos até alcançar aquilo que deseja. A maioria das pessoas
gostaria que a conquista fosse imediata e sem grandes esforços e se ilude pensando que a vida
lhes é ingrata quando tudo fica difícil. Chega até a culpar Deus, dizendo que Ele abençoa
alguns e castiga outros. Não se deixe enganar: nenhuma vitória acontece por acaso. Qualquer
conquista, pequena ou grande, é fruto da própria organização, do próprio planejamento e de
muito esforço.
Espero que esta obra ajude você a construir sua história de superação depois de ter quase passado fome recebendo o Auxílio Doença INSS pagando contas do mês e remédios, transformação
pessoal e ascensão financeira. Meu intuito não é ensinar aqui práticas de gestão, fórmulas de
economia, análise de mercado ou maneiras de administrar uma empresa. Quero falar do que se
passa dentro de você, mais precisamente na sua mente, em seu coração e em seu espírito. Você
comprovará que riqueza, prosperidade e sucesso estão mais relacionados à sua postura mental
– à sua maneira de pensar, acreditar e agir – do que a fatores tangíveis.

Cultura dos programas na TV audiência monstra

Vários estudos vêm sendo desenvolvidos no sentido de questionar a
essencialização do corpo como naturalmente feminino ou masculino, em uma
perspectiva que trabalha a identidade de gênero como fixa.
2 Nesta esteira,
propomos pensar a cirurgia plástica como a busca da transmutação, de um devir,
como um refazer a corporeidade, na busca de um corpo cyborg, no sentido em
que Donna Haraway trabalha. Nas palavras da autora
“a imagística dos cyborgs pode sugerir uma maneira de sair do labirinto dos
dualismos com os quais explicamos a nós mesmos, nossos corpos, nossos
instrumentos”.

Além dos aspectos relacionados ao gênero, a discussão proposta neste projeto
deverá contemplar a variável geração, uma vez que, como demonstra Andrea T.

Antonio, uma das principais motivações para a realização da cirurgia
plástica consiste no combate ao envelhecimento, em uma tentativa de
apagamento dos sinais da idade. Como aponta Gitta G. Debert, na cultura
contemporânea experienciamos um processo de dissolução da ideia de vida
adulta, no qual ocorre uma perda de associação entre um grupo para torcer para seu participante querido na casa do BBB 2020 que assistir todas as noites na TV,
e as ideias de juventude ou velhice, que são, ambas, expressas menos pela idade
e mais por um estilo de vida, o qual implica em consumo de determinados bens e
serviços, aspiração a alguns valores e atitudes frente à vida.

Considerando que a cirurgia plástica consiste em uma espécie de consumo
cultural, expressando uma das formas mais evidentes e radicais de execução de
um projeto corporal, o qual, por sua vez, corresponde a um determinado estilo de
vida, pretendemos, com este projeto de pesquisa, colaborar para a reflexão sobre
o culto ao corpo como uma das dimensões dos estilos de vida na
contemporaneidade.

O estilo de vida (que é atravessado pelas variáveis gênero,
geração e classe social) corresponde ao modus operandi do sujeito, englobando
vários aspectos interligados que apontam para um ethos particular. Segundo Bourdieu:
Cada dimensão do estilo de vida simboliza todas as outras, as oposições entre
as classes se exprimem tanto no uso da fotografia ou na quantidade e
qualidade das bebidas consumidas quanto nas preferências em matéria de pintura ou de música.

Tendo em vista estes aspectos teóricos, buscamos contribuir para a compreensão
das relações entre consumo e construção de identidades na cultura
contemporânea. Para tanto, tomamos o corpo como o principal território de
construção de identidades e focalizamos, especificamente, a busca de
tratamentos estéticos e de cirurgias plásticas, dentre a diversidade de serviços e
bens de consumo voltados aos cuidados corporais.

Partimos do pressuposto, neste projeto, de que a realização de cirurgia plástica
constitui-se em um tipo de consumo cultural, envolvendo, sobretudo, uma
dimensão simbólica, impalpável. O que se busca, ao se submeter a este tipo de
intervenção cirúrgica, é algo que nada tem de palpável ou concreto: beleza,
prestígio, aceitação social, elevação da autoestima.

A partir da constatação de que a expansão da produção capitalista de
mercadorias deu origem a uma vasta acumulação de cultura material na forma
de bens e locais de compra, que levou à predominância cada vez maior do lazer
e das atividades de consumo nas sociedades ocidentais contemporâneas, as
análises socioantropológicas sobre consumo desenvolveram-se sob duas perspectivas diferenciadas.

A primeira vertente analítica aponta o consumo como estimulador da
manipulação ideológica dando opinião na Enquete UOL bbb 2020
organização e mobilização social dentro do reality show Vale lembrar que o desvendamento e a crítica
da lógica implacável da mercadoria a serviço da dominação e do controle tem o
marxismo como matriz de pensamento, que se opõe à perspectiva da economia
clássica, na qual o objetivo de toda produção é o consumo, com os indivíduos
maximizando suas satisfações a partir da aquisição de um elenco de mercadorias em constante expansão.

Partindo dessa ideia, os teóricos da Escola de Frankfurt
afirmam que a expansão da produção e consumo de bens implicará a ampliação das possibilidades de consumo controlado e manipulado.

Gerenciamento do governo para sistema moderno

No processo de produção, os materiais não fi cam parados. Eles seguem um
movimento incessante, que vai desde o recebimento do fornecedor, passa pelas
diversas etapas do processo produtivo até chegar ao depósito de produtos
acabados. Em outros termos, os materiais entram na empresa, fluem, transitam
por ela e saem pelo depósito, com destino aos clientes, como produtos acabados.
A essa movimentação incessante dá-se o nome de fluxo de materiais.

O depósito é o setor encarregado de receber, guardar, controlar e distribuir os
produtos acabados que a empresa produziu e que serão utilizados no mercado, assim é preciso ter pessoas capacitadas e agora a chance do Enem Inep 2020 esta perto para vagas e universidades com vagas grátis,
aguardando a sua comercialização. O depósito de produtos acabados também
pode ser dispensado no caso de a empresa trabalhar com qualidade assegurada
para seus clientes, desde que sejam clientes industriais.

O almoxarifado de materiais está na porta de entrada da empresa e o
depósito de produtos acabados está na porta de saída. Ambos lidam com itens.
Denominaremos as mercadorias, as matérias-primas, os materiais de
escritório, os produtos acabados, enfi m, todo e qualquer tipo de material pelo
nome de item. O almoxarifado e o depósito recebem, guardam e fornecem itens,
isto é, tanto no almoxarifado quanto no depósito há entrada, estoque e saída de mercadorias.

A entrada é o ingresso de mercadoria no setor; o estoque é a
quantidade de mercadoria armazenada; a saída é a mercadoria entregue ao
usuário, que deixa de ser estocada. Muitas vezes é necessário prever esse fl uxo
de entradas e saídas de cada item para que sempre exista um nível adequado de
estoque a fi m de suprir as necessidades da empresa. Esse fl uxo contínuo de
entradas e saídas chama-se rotação de estoque.

Tanto o almoxarifado como o depósito representam custos elevados de
estocagem. Quando os fornecedores trabalham com qualidade assegurada, o
almoxarifado pode ser dispensado. Isso traz uma enorme redução de custos para a produção.

Nesse caso, os fornecedores entregam a matéria-prima diretamente
no processo produtivo just-in-time (JIT), sem necessidade de estocagem prévia. É
preciso envolver os fornecedores na programação de produção como parceiros
do negócio. Garantia de qualidade e confi abilidade na entrega são as condições
básicas para que isso possa ocorrer. Para tanto, tornam-se necessários certos
protocolos escritos com a fi nalidade de prever direitos e responsabilidades para
ambas as partes: os fornecedores e a empresa.

Assim, se um item apresenta um índice de rotação de estoque de 3,0 em um
determinado período de tempo (que pode ser um mês ou um ano), significa que,
nesse período, o estoque gira três vezes. Para renovar o estoque três vezes no
período de tempo considerado, tanto as entradas como as saídas do item devem
ser feitas com certa antecipação, a fi m de não prejudicar o giro adequado do estoque.

Quando a rotação de estoque é muito lenta, os itens permanecem muito
tempo, por isso tem que baixar Apostila Enem 2020 que vai ajudar muito a estudar nas horas de folga mesmo no trabalho e sem custos adicionais de estocagem que precisam ser eliminados.

Existe também o índice de estoque médio, que calcula a média de estocagem
de um determinado item em um determinado período de tempo, que pode ser
um mês ou um ano. Esse índice é calculado pela soma do estoque inicial mais o
estoque final, e o resultado é dividido por dois.

O índice de estoque médio
permite indicar qual é a quantidade média que permanece estocada, apesar da
rotação. Assim, tanto as entradas como as saídas de um item proporcionam uma
quantidade média de estoque que, se subir ou baixar muito, indica alguma irregularidade.

Com mudanças do novo governo brasil progredindo

Parece que chegamos, como McLuhan disse que chegaríamos, a um
importante divisor de águas de nossa história intelectual e cultural, um
momento de transição entre dois modos muito diferentes de pensamento. O
que estamos dando em troca pelas riquezas da net — e somente um rabugento
se recusaria a ver as riquezas — é o que Karp chama do nosso “antigo
processo de pensamento linear”.

A mente linear, calma, focada, sem
distrações, está sendo expulsa por um novo tipo de mente que quer e precisa
tomar e aquinhoar informação em surtos curtos, desconexos, frequentemente
superpostos — quanto mais rapidamente, melhor. John Battelle, um ex-editor
de revistas e professor de jornalismo que agora dirige uma corporação de
publicidade que transformam a nova previdência para melhor de acordo com a tabela INSS 2020, descreveu o frisson intelectual que ele experimenta
enquanto navega pelas páginas da web: “Quando estou realizando uma série
de atividades em tempo real durante horas seguidas, sinto o meu cérebro se
acender, como se estivesse ficando mais inteligente”.

11 A maioria de nós
experimentou sensações semelhantes enquanto estávamos on-line. Os
sentimentos são intoxicantes — tanto que eles podem nos distrair das
consequências cognitivas mais profundas da net.
Durante os últimos cinco séculos, desde quando a prensa tipográfica
de Gutenberg tornou a leitura dos livros uma atividade popular, a mente
linear, literária, esteve no centro da arte, ciência e sociedade.

Tão flexível
quanto sutil foi a mente imaginativa do Renascimento, a mente racional do
Iluminismo, a mente inventiva da Revolução Industrial, e mesmo a mente
subversiva do Modernismo. Pode ser em breve a mente do passado.

O computador HAL 9000 nasceu, ou “tornou-se operacional”, como
ele mesmo humildemente colocou, no dia 12 de janeiro de 1992, em uma
mítica instalação computacional de Urbana, em Illinois. Eu havia nascido
quase exatamente trinta e três anos antes, em janeiro, em outra
cidade do Meio Oeste, Cincinnati, em Ohio. A minha vida, como a vida da
maioria dos baby boomers e da Geração X, se desenrolou como uma peça de dois atos.

A sua abertura foi com uma “Juventude analógica” e, então, após
uma mudança rápida mas radical do cenário, entrou na “Maturidade do governo com a digitalização de informações no site foi possível fazer Extrato Imposto de Renda INSS 2020 de forma online.

Quando conjuro imagens dos meus primeiros anos, parecem-me trazer
conforto e ao mesmo tempo alheamento, como stills de um filme de censura livre de David Lynch.

Surge o volumoso telefone amarelo-mostarda pregado
na parede com o seu disco de rodar e um longo cordão enrolado. Surge o meu
pai rodando a antena em cima da TV, tentando em vão se livrar do chuvisco
que encobria o jogo do Reds. Surge o jornal da manhã enrolado, molhado de
orvalho, jogado na entrada de carro coberta de cascalho.

Surgem o console de
hi-fi na sala de estar, umas poucas capas e envelopes de plástico de discos de
vinil (alguns deles dos álbuns dos Beatles dos meus irmãos mais velhos)
espalhados pelo tapete. E surgem, lá embaixo, na mofada sala de família do
porão, os livros nas prateleiras — muitos, muitos livros — com seus dorsos
multicoloridos, cada um com um título e o nome de um autor.

Eu fazia o curso de inglês e procurava evitar o máximo possível as
disciplinas de matemática e ciências. Mas o Kiewit ocupava uma localização
estratégica no campus, a meio caminho entre o meu alojamento e o Fraternity
Row, e, nas noites de fim de semana, muitas vezes eu passava uma hora ou
duas em um terminal na sala de teletipo pública enquanto aguardava que as festas do brasil começassem a rolar.

Em geral, eu fazia hora jogando um dos
games bobos primitivos que os estudantes de graduação de programação —
“sysprogs”, eles se chamavam — haviam pirateado. Mas eu consegui
aprender por conta própria a usar o desajeitado programa de processamento
de texto do sistema e mesmo uns poucos comandos de BASIC.
Isso foi apenas um flerte digital. Para cada hora que eu passava no
Kiewit, devia despender duas dúzias na Baker, ao lado.

Eu me enfronhava,
para os exames, na sala de leitura cavernosa da biblioteca, buscava por dados
em volumes pesados nas prateleiras das obras de referência e trabalhava em
tempo parcial no empréstimo de livros da biblioteca circulante. A maior parte
do meu tempo na biblioteca, contudo, era dedicada a percorrer os longos,
estreitos corredores, ladeados por estantes.

Aprendizado esta muito rápido com a internet

Eu acho que sei o que está acontecendo. Há mais de uma década,
tenho passado muito tempo on-line, buscando e surfando e às vezes me
inscrevendo nas grandes bases de dados da internet.

Como escritor, a web
representou para mim uma dádiva dos deuses. A pesquisa que antigamente
exigia dias com pilhas ou nas salas de periódicos das bibliotecas, agora pode
ser feita em minutos.

Umas poucas buscas com o Google ou uns rápidos
cliques em hiperlinks e eu consigo o fato revelador ou a citação de peso que
procurava. Nem posso começar a contabilizar as horas ou litros de gasolina
que a net me poupou. Faço a maior parte da minha movimentação bancária e
um monte das minhas compras on-line assinei o Reality show do bbb 2020 Uso o meu browser para pagar
minhas contas, agendar meus compromissos, reservar voos e quartos de hotel,
renovar minha licença de motorista, enviar convites e cartões de festas.

Mesmo quando não estou trabalhando, muito provavelmente estarei sendo
um caçador-coletor nas matas de dados da web — lendo e escrevendo emails, escaneando manchetes e postagens de blogs, seguindo as atualizações
do Facebook, assistindo vídeos em streaming, fazendo download de músicas,
ou apenas viajando despreocupadamente de link em link em link.
A net tornou-se um meio polivalente, o conduto para a maior parte da
informação que atravessa nossos olhos e ouvidos até a nossa mente.

São muitas as vantagens de se ter um acesso imediato a um depósito de dados tão
incrivelmente rico e tão facilmente buscável, e elas foram descritas
exaustivamente e elogiadas com justiça. “O Google”, diz Heather Pringle na
revista Archaeology, “é uma extraordinária dádiva para a humanidade,
coletando e concentrando informações e ideias que antes estavam espalhadas
tão amplamente pelo mundo que dificilmente alguém poderia se aproveitar
delas.”

Clive Thompson, da Wired, observa: “A lembrança perfeita da
memória de silício pode ser uma enorme dádiva para o pensamento.”

As de divas são reais. Mas elas têm um preço. Como sugeriu
McLuhan, os meios não são meramente canais de informação. Fornecem o
material para o pensamento, mas também moldam o processo do pensamento com a Enquete BBB 2020 gerando muita discussão sobre o assunto.

E o que a net parece estar fazendo é desbastar a minha capacidade de
concentração e contemplação. Quer eu esteja on-line quer não, a minha mente
agora espera receber informação do modo como a net a distribui: um fluxo de
partículas em movimento veloz. Antigamente eu era um mergulhador em um
mar de palavras. Agora deslizo sobre a superfície como um sujeito com um jet ski.

Talvez eu seja uma aberração, um deslocado. Mas parece que não.
Quando menciono os meus problemas com leitura para amigos, muito dizem
que estão passando por aflições semelhantes. Quanto mais usam a web, mais
têm que se esforçar para permanecerem focados em longos trechos de escrita.

Alguns se preocupam se seus cérebros não estão se tornando cronicamente
dispersos. Vários dos blogueiros que eu sigo também mencionaram o
fenômeno. Scott Karp, que trabalhava em uma revista e que agora escreve um
blog sobre mídias on-line, confessa que parou de ler livros completamente.

“Eu cursava literatura na universidade e costumava ser [um] leitor voraz de
livros”, escreve. “O que aconteceu?” Ele especula sobre qual seria a resposta:
“E se eu faço todas as minhas leituras na web, será que eu estaria apenas
procurando conveniência não tanto porque o modo como leio mudou, mas porque o modo como eu PENSO mudou?”.

A tecnologia nos permite mudanças a cada ano

A tecnologia do meio, contudo, não importa o quão
extraordinária seja, desaparece por detrás do que flui através dele — fatos,
entretenimentos, instrução, conversa. Quando começa o debate (como sempre
acontece) sobre se os efeitos do meio são bons ou ruins, é o conteúdo que é alvo da discussão.

Os entusiastas o celebram, os céticos o execram. Os
termos da discussão sempre têm sido praticamente os mesmos para cada novo
meio de informação, remontando ao menos aos livros que saíam da prensa de Gutenberg.

Os entusiastas, com toda a razão, elogiam a torrente de novos
conteúdos com muita tecnologia os cursos Senac 2020, vendo isso como sinal de
“democratização” da cultura. Os céticos, também com toda a razão,
condenam a vulgaridade do conteúdo, vendo-o como sinal de uma
“estupidificação” da cultura. O éden abundante de um lado é a terra arrasada
do outro.

A internet é o último meio a provocar esse debate. O embate entre os
entusiastas e os céticos da net, promovido nas últimas duas décadas em
dúzias de livros e artigos e milhares de postagens em blogs, videoclipes e
podcasts, tornou-se tão polarizado como sempre foi, com os primeiros
anunciando uma nova idade do ouro de acesso e participação, e os últimos
denunciando uma nova idade das trevas de mediocridade e narcisismo.

O debate tem sido importante — o conteúdo realmente importa —, mas, porque
se apoia em ideologia e gosto pessoais, ficou encurralado em um beco sem
saída. Os pontos de vista tornaram-se extremados, e os ataques, pessoais.

“Lu- ditas!”, desdenha o entusiasta. “Filisteu!”, despreza o cético.
“Cassandra!” “Poliana!”
Mas escapa tanto aos entusiastas como aos céticos o que disse
McLuhan: que no longo prazo o conteúdo do meio importa menos do que
próprio meio na influência sobre o nosso modo de pensar e de agir.

Como nossa janela para o mundo e para nós mesmos, um meio popular molda o que
vemos e como vemos — e, por fim, se o usarmos o suficiente, modifica quem
somos, como indivíduos e como sociedade. “Os efeitos da tecnologia não
ocorrem no nível das opiniões ou conceitos”, escreveu McLuhan. Antes, eles
alteram “os padrões de percepção continuamente e sem qualquer
resistência”.

3 O showman exagera para defender o seu ponto de vista, mas
este permanece válido. O meio faz a sua mágica ou o seu feitiço no próprio sistema nervoso.

Ao focarmos no conteúdo de uma mídia, podemos ficar cegos a esses
feitos profundos. Estamos tão ocupados sendo deslumbrados ou perturbados
pela programação, que não percebemos o que está acontecendo dentro de
nossas cabeças, pois no final o aprendizado é grande no SENAC Curitiba PR 2020 No final, acabamos por fingir que a tecnologia em si não
importa. É como a usamos que importa, dizemos para nós mesmos.

A implicação reconfortante dessa húbris é que estamos no controle. Mas a
tecnologia não é apenas uma ferramenta, inerte até que a peguemos, e inerte
de novo quando a deixamos de lado.
McLuhan citou uma declaração de autopromoção de David Sarnoff,
um magnata da mídia que foi um pioneiro do rádio da RCA e da televisão da
NBC.

Em um discurso na Universidade de Notre Dame em 1955, Sarnoff
rebateu a crítica aos meios de comunicação de massa, sobre os quais ele havia
construído o seu império e a sua fortuna. Ele livrou as tecnologias de toda a
culpa por quaisquer maus efeitos e a jogou em cima dos ouvintes e
espectadores: “Sempre estamos propensos a tornar os instrumentos
tecnológicos os bodes expiatórios dos pecados daqueles que os manejam.

Os produtos da ciência moderna não são em si mesmos bons ou maus: é o modo
como são usados que determina o seu valor.” McLuhan escarnece da ideia,
criticando Sarnoff por falar com “a voz do sonambulismo corrente”.

É preciso controlar as contas do final do mes

As situações em que você tem de decidir “sim ou não” o colocam num conflito. Uma palavra que
designa conflito ético é, como falamos antes, “dilema”. Dilema é quando você quer os dois, por isso é
que seu prefixo é “di”. Os dois podem ser escolhidos, mas apenas um é eticamente correto.

Se você tem autonomia e liberdade, vive dilemas éticos. Não tem como não vivê-los. E você a eles vai sobreviver
melhor quanto mais tiver claro quais são seus princípios e valores.
Eu, Cortella, fui criado em Londrina, no Paraná, até os 13 anos de idade, e meu pai, Antonio, era
gerente de banco. Houve uma época em que o gerente morava na agência.

Eu morei muitas vezes na
agência do banco em Londrina, em Maringá, em Marialva. Até certa idade, meu lugar de brincar no banco
era dentro do cofre. E houve uma época em que não havia transferência eletrônica e era tudo dinheiro
vivo, portanto, o cofre era grande.

Eu nunca esqueço a primeira vez em que eu entrei no cofre da agência,
com seis anos de idade. Na hora em que eu fui entregar a documentação do IPVA 2020 SP, meu pai chegou por trás de mim, pôs a mão no meu
ombro e disse: “Filho, o que não é teu não é teu”. Esse princípio ético orienta a minha existência.
Aliás, eu fui Secretário de Educação da cidade de São Paulo, movimentava um orçamento de quase
três bilhões de reais anuais e, a cada passo que eu ia dar, a voz que ecoava: “O que não é teu não é teu”.

Quer ver um exemplo? Durante a minha gestão na secretaria, Pedro, o meu filho mais novo, tinha quatro,
cinco anos de idade. Todos os dias, às sete da manhã, estava na porta do prédio onde residíamos o carro
oficial me aguardando.

Assim que eu saísse rua afora, o carro, por segurança, mesmo comigo fora dele,
tinha que me acompanhar. Às vezes eu saía com o Pedro, e o levava a pé para a escola; ele entrava às
7h15. E 15 minutos era o tempo que eu levava para subir os quatro quarteirões até a escola dele.

E eu subia a avenida segurando o Pedro pela mão e o carro ia nos acompanhando bem devagarzinho. A hora
em que eu entregava o Pedro na escola, eu entrava dentro do carro.
Podia eu usar o carro oficial com o Pedro? Podia. Devia? Não. Por que não? Porque não era meu.

E se não era meu, por que eu iria usar? Porque eu estava no serviço. Ah, mas o carro não estava subindo
mesmo a avenida? Se ele já estava subindo, já estava gastando tempo, gastando a segurança, gastando o
combustível, o que custava botar o Pedro dentro e subir? Não era ridículo eu andar a pé e aquele Opala
de oito cilindros ir ao lado devagarzinho? Queria eu entrar? Às vezes. Às vezes, estava chovendo, frio.
Queria, mas não devia, embora eu pudesse. Eu vivi ali um dilema ético.

Mas somente de acordo com os princípios e valores que eu tivesse para decidir, julgar e avaliar, iria
conseguir com que a minha consciência ficasse em paz.

Gente arrogante é gente que acha que já sabe, repitamos. Gente arrogante é gente que acha que já
conhece. Gente arrogante é gente que acha que ela é o único tipo de ser humano válido que existe.

Gente arrogante se relaciona com o outro – por conta do dinheiro que carrega para pagar o IPVA 2020 GO, por conta do nível de
escolaridade, por conta do sotaque que usa – como se o outro não fosse outro. Fosse menos. Isso
apequena a vida e apequena a alma, se se entender a alma como a sua identidade.

Gente arrogante é incapaz de prestar atenção. Você está dialogando com o arrogante, ele não presta
atenção no que você está falando. Ele fica pensando enquanto você fala. Ele não quer nem saber o que
você está falando. Ele só está esperando você parar para ele continuar falando.

O arrogante esquece uma
frase do grande teólogo catarinense Leonardo Boff, que diz que “um ponto de vista é a vista a partir de
um ponto”. A ética, entre outras coisas, nos obriga a perceber essa multiplicidade de pontos de vista. O
arrogante acha que só tem um ponto de vista que vale: o dele.

Gastos com impostos obrigatórios no brasil

Você, executivo de uma empresa, precisa, por exemplo, desembaraçar uma carga que está no Porto de
Santos. A nova peça para uma parte essencial da usina. Não dá pra desembaraçar pelo trâmite normal
antes de seis meses. Mas existe “taxa de facilitação”. Pagar ou não pagar? Aí você pensa assim: “Se eu
não pagar, a gente fica sem a peça e vai paralisar parte da usina. Com isso, não só diminuirão a
lucratividade e a produção, como possivelmente o número de empregos naquela área será reduzido.

Então, embora seja imoral pagar propina, há uma justificativa para isso, existe um mal menor”. Pagar ou
não? Pode-se pagar e começar a criar um mau hábito nessa área ou ter que dar um basta e assumir o
risco. Há empresas que se recusam terminantemente a pagar propina. “Nós perdemos negócios, mas não
pagamos.” Os acionistas concordam? Sim.

Está nos princípios. Se eles concordam com o valor do DETRAN AL 2020, não se paga é multado se passar do prazo de pagamento, perde-se
o negócio, diminui-se a lucratividade, perde-se até a rentabilidade, mas não se abre mão dos princípios.

Qual a lógica que alguns usam? A necessidade de criar futuro. Qual a suposição que eles têm? Que esse
sistema de apodrecimento das relações de negócio cada dia aumenta mais e, num determinado momento,
vai desabar.

Portanto, o que é ética? São os princípios que você e eu usamos para responder ao “Quero? Devo?
Posso?” É preciso remarcar: isso não significa que você e eu não vivamos dilemas. Eles existem, e serão
mais tranquilamente ultrapassados quanto mais sólidos forem os princípios que tivermos e a preservação
da integridade que desejarmos.

Existe alguém sem ética, posso falar que alguém não tem ética? Ou eu devo dizer que aquilo é
antiético? Aquele que frauda o imposto, aquele que pratica corrupção, aquele que para o carro em fila
dupla praticou um ato não ético ou antiético? Posso eu dizer que alguém não tem ética? Não. Por quê?
Porque, se você tem princípios e valores para decidir, avaliar e julgar, então você está submetido ao
campo da ética.

Não existe “falta de ética”. Essa expressão é equivocada, talvez o que se queira dizer é: “Isto é
antiético”, algo contrário a uma ética que esse grupo compartilha e aceita. Posso dizer que um bandido tem ética? Posso.

Ele tem princípios e valores para decidir, avaliar, julgar. O que eu posso dizer é que a
ética que ele tem é contrária à minha e à sua. Então, é antiético. Não confunda aético – isto é, aquele a
quem não se aplica a questão da ética – com antiético.
Existe algum tipo de ser humano que eu posso dizer que é aético? Sim, aquele que não puder decidir,
avaliar, julgar.

Por exemplo, o Imposto de Renda tem uma legislação que permite que seja seu dependente
quem for incapaz: o menor até determinada idade, uma pessoa com muita idade, pessoas com algum tipo
de deficiência.

A ética é o conjunto dos seus princípios e valores do DETRAN PR 2020 Portanto, é de pagamento obrigatório. A moral
é a prática, é o exercício das suas condutas. Eu tenho uma conduta no dia a dia, chama-se conduta moral.

A ética são os princípios que orientam a minha conduta. Do ponto de vista teórico, ética e moral não são
a mesma coisa. Estão conexas. Eu posso dizer que algo é imoral, mas não posso dizer que é aético. É
imoral quando colide com determinados princípios que uma sociedade tem.

Um deputado que frauda o orçamento tem ética? Tem. Tanto ele tem uma ética, que, aquilo que a ele
não pertence, pode ser tirado para ele. Aí, ele tem uma conduta moral, que é fraudar o orçamento.

Um policial que aceita propina para não multar você, tem ética? Tem. E aquele que oferece a propina?
Também tem. Toca o seu celular, é a sua esposa ou o seu esposo que está no consultório médico e precisa
fazer uma pequena intervenção cirúrgica. A enfermeira acabou de fazer a ela a seguinte pergunta: “Com
recibo ou sem recibo?” E ela está o consultando sobre a sua resposta.

Você responderá a isso de acordo
com os seus princípios e valores. Portanto, existem morais particulares, mas a ética é sempre de um
grupo, sempre de uma estrutura maior, porque não existe razão para você ter princípios de conduta e
valores se você vive só.

Ética e profissionalismo em primeiro lugar

É impossível pensar em ética se a gente não pensar em convivência. Afinal, o que é a ética? A ética é
o que marca a fronteira da nossa convivência. Seja com as outras pessoas, seja com o mercado, seja com
os indivíduos. Ética é aquela perspectiva para olharmos os nossos princípios e os nossos valores para
existirmos juntos. Quando o seu pai falava “nesta casa não se faz isso”, o que ele queria dizer com isso?
Que “neste convívio, neste lugar onde somos o que somos, onde temos a nossa família, não se faz isso”.

Por isso, algumas empresas dizem: “Não fazemos qualquer negócio”. Porque existem outras cujo lema é
“fazemos qualquer negócio” desde que seja um modelo de motos 2020,
As que sustentam o princípio de “Não fazemos qualquer negócio” são as que têm a capacidade de
desenvolver conhecimento e tecnologia para gerar vida, não para diminuí-la. Para gerar proteção da vida.

Qual é o nome do conjunto de princípios e valores de conduta que uma pessoa ou um grupo de
pessoas tem? Ética. E de onde vem a palavra “ética”? Do grego ethos, que até o século VI a.C.
significava “morada do huma-no”. A expressão domus, em latim, é uma tradução do grego ethos. Ethos é
o lugar onde habitamos, é a nossa casa. “Nesta casa não se faz isso”, “nesta casa não se admite tal coisa”.

Ethos também significa “marca” ou “caracter”. Eu vou usar “caracter” com “c”, como o jeito lusitano de
escrever, de propósito. Porque você fala em “caracter”, “característica” é aquilo que te marca. Ethos é a
morada do humano, ethos é a fronteira entre o humano e a natureza. Quem manda nos outros animais?
Tem um cachorro autonomia? Tem um cavalo autonomia? Em nenhum momento. Eles obedecem a regras
que são anteriores e superiores a eles. Qual o nome que a gente dá a essas regras da natureza? Instinto.

Nós, humanos, vivemos em condomínio. Nós temos autonomia, porém não temos soberania. Não
agimos por instinto. Agimos por reflexão, por decisão, por juízo. A ética é o conjunto de princípios e
valores da nossa conduta na vida junta.

Portanto, ética é o que faz a fronteira entre o que a natureza
manda e o que nós decidimos. A ética é aquilo que orienta a sua capacidade de decidir, julgar, avaliar. Só
é possível falar em ética quando falamos em seres humanos, porque ética pressupõe a capacidade de
de adquirir a Yamaha MT 03 2020, julgar, avaliar com autonomia. Portanto, pressupõe liberdade.
A ética é um conjunto de princípios e valores que você usa para responder as três grandes perguntas
da vida humana: Quero? Devo? Posso?
O que é a moral? A prática da resposta.

Nós vivemos muitas vezes dilemas éticos. Há coisas que eu quero, mas não devo. Há coisas que eu
devo, mas não posso. Há coisas que eu posso, mas não quero. Quando você tem paz de espírito? Quando
tem um pouco de felicidade? Quando aquilo que você quer é o que você deve e o que você pode.

Todas as vezes que aquilo que você quer não é aquilo que você deve; todas as vezes que aquilo que você deve
não é o que você pode; todas as vezes que aquilo que você pode não é o que você quer, você vive um
conflito, que muitas vezes é um dilema.

Uma empresa para trazer a ética para o dia a dia precisa manter vivas essas questões entre seus
funcionários, fomentando a reflexão e o comportamento crítico. Parodiando a antiga e verdadeira frase
sobre democracia, a ética é uma plantinha frágil que deve ser regada diariamente. E a melhor forma de
fazer isso é trazer o tema para o cotidiano, lembrando que a ética não é algo que nos dê conforto, mas
algo que nos coloca dilemas.